quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Chuva Ácida


O que são chuvas ácidas?
Chuva ácida é um termo usado para qualquer chuva que possua pH menor que 4,5.
A solubilização de alguns gases presentes na atmosfera é a causa da acidez. Entre estes gases destacam-se os gases contendo enxofre proveniente das impurezas da queima dos combustíveis fósseis.
As chuvas "normais" são ligeiramente ácidas, pois seu pH é próximo de 5,6. A acidez natural é causada pela dissociação do dióxido de carbono em água, formando ácido carbônico (ácido fraco), conforme a reação química:

CO2 (g) + H2O (l) → H2CO3 (aq)

O que provoca chuvas ácidas?
Emissões dos vulcões e alguns processos biológicos que ocorrem nos solos, pântanos e oceanos.
Indústrias, centrais termoelétricas, veículos de transporte.

Os gases podem ser transportados durante muito tempo na atmosfera antes de reagirem com partículas de água, originando ácidos que precipitam mais tarde.
A precipitação ácida ocorre quando a concentração de dióxido de enxofre (SO2) e óxidos de azoto (NO, NO2 , N2O5) é suficiente para reagir com as gotas de água suspensas no ar.
A chuva ácida industrial é um problema substancial na China, na Europa Ocidental, na Rússia e em áreas sob a influência de correntes de ar provenientes desses países. Os poluentes resultam essencialmente da queima de carvão com enxofre na sua composição, utilizado para gerar calor e electricidade. Porém nem sempre as áreas onde são libertados os poluentes, como as áreas industriais, sofrem as consequências dessas chuvas, pois a constante movimentação das massas de ar transporta esses poluentes para zonas distantes. Por esta razão, a chuva ácida é, também considerada uma forma de poluição transfronteiriça, já que regiões que não poluem podem ser severamente prejudicadas pela sua precipitação.

Consequências das chuvas ácidas
  • Para a saúde: como a chuva ácida libera metais tóxicos que estavam no solo, os mesmos podem contaminar os rios e serem inadvertidamente utilizados pelo homem, causando sérios problemas de saúde.
  • Nas casas, prédios e demais edifícios: corrosão de alguns dos materiais utilizados nas contruções, como pedra, metal e tinta.
Para o meio ambiente:
  • Lagos: Geralmente os lagos possuem pH entre 6 e 8. O pH pode atingir valores aproximados a 5 quando os solos e a água não têm a capacidade de neutralizar a chuva ácida, assim, todos os organismos que vivem em meios aquáticos poderão morrer. A medida que a acidez dos lagos aumenta, os peixes vão desaparecendo.
  • Desflorestação: a chuva ácida provoca clareiras, matando algumas árvores de cada vez. As árvores não crescem como deveriam e as folhas, em vez de estarem verdes, ficam castanhas e acabam caindo.
  • Agricultura: a chuva ácida afeta as plantas quase da mesma forma que as florestas, porém a destruição é mais rápida devido as plantas serem do mesmo tamanho, e assim, igualmente atingidas pela chuva ácida.

Qual a solução para este problema?
  • Incentivar a utilização dos transportes colectivos, como forma de diminuir o número de veículos que circulam nas estradas;
  • Incentivar a descentralização industrial;
  • Dessulfurar os combustíveis com alto teor de enxofre antes da sua distribuição e consumo;
  • Dessulfurar os gases de combustão nas indústrias antes do seu lançamento na atmosfera;
  • Subsidiar a utilização de combustíveis limpos (gás natural, energia eléctrica de origem hidráulica, energia solar e energia eólica) em fontes de poluição tipicamente urbanas;
  • Purificação do carvão mineral, antes de seu uso;
  • Emprego de caldeiras com sistemas de absorção de SO2 ;

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Todo o azul do mar


Debaixo d’água há um outro mundo, praticamente inexplorado. Peixes estranhos, plantas curiosas, formações rochosas tão antigas quanto o início dos tempos. Um cenário que ajuda a contar a história do Planeta Terra.

Águas rasas - 0 a 300 metros

  • Ainda com luz
O sol tem efeito apenas nos primeiros 100 m, onde ocorre fotossíntese. A 150 m, só há animais. Águas rasas tropicais não têm nutrientes para o plâncton, base da cadeia marinha.
  • Fabricantes de areia


peixe-papagaio
Quando sai para comer, o peixe-papagaio arranca nacos de corais cobertos por algas. A sujeira do coral esfarelado dá origem à areia macia e clara das praias tropicais.









  • Mosaico natural

Recifes de coral
Nas águas quentes dos trópicos, os recifes de coral abrigam um quarto de toda a fauna marinha do planeta. São constituídos por pólipos, animais parecidos com anêmonas em miniatura e que crescem 15 cm por ano.











  • Seres camuflados 

Wonderpus Fotografia Stock Isenta de Royalties
polvo Wonderpus

peixe voador

As nadadeiras do peixe-voador são um disfarce e ajudam a afastar a areia na busca do alimento. Por outro lado, o polvo Wonderpuss tem a mordida tão forte que conta com alerta especial (corpo zebrado) para afastar os desavisados.
  • Capinzais aquáticos

Quilômetros de zostera, única planta frutífera que cresce no mar, sustentam animais como o dugongo, que mede 3 m e pesa meia tonelada. Um grupo de dugongos pode devorar um campo de futebol de zostera por dia.

Planícies abissais - 300 a 4 000 metros
  • Lá vem o sol

O sol poente desencadeia a maior migração de organismos vivos do planeta: 1 bilhão de toneladas de seres deixam a escuridão e vão para as águas rasas todas as noites.
  • Rápido e violento


peixe vibora
 O peixe-víbora é uma verdadeira fera: com até 60 cm de comprimento, ele usa seus enormes e pontiagudos caninos, que nem cabem dentro da boca, para empalar suas vítimas.







  • Fera barbuda
O peixe-dragão-de-mar-profundo tem cerca de 15 cm e uma cara bem esquisita: a ponta da barba que sai de seu queixo serve para emitir luz e assim atrair suas presas, que são estraçalhadas pelos seus dentes afiados.
  • Ele é o demo


Melanocetus johnsonii
 Dá medo de olhar para o peixe-pescador-de-mar-profundo (Melanocetus johnsonii). Por seus dentes ameaçadores, ganhou o apelido de diabo-negro. Possui um antena luminosa na espinha dorsal para atrair suas vítimas.










  • Chão de estrelas
O assoalho do oceano é dominado por equinodermos – pepinos-do-mar, estrelas-do-mar, ouriços-do-mar, lírios-do-mar e seres como a Medusa periphylla, que dá um show de bioluminescência.

Profundezas oceânicas - 4 000 a 11 000 metros
  • Noite eterna


Peixe ogro
 A vida nas profundezas é uma noite gelada infinita. Algumas espécies se adaptaram, como o peixe-ogro, caçador agressivo que possui os maiores dentes do oceano.







  • Varredor profissional
 O Eurypharynx pelecanoides, ou peixe-boca-de-guarda-chuva, é bem esquisito: tem uma cauda sensitiva que mede 1 m e sai da cabeça. Essa cauda corresponde a 25% do seu corpo.
Eurypharynx pelaconoides










  • Minhocão vermelho
As poliquetas são uma espécie de verme das profundezas. Possuem uma cor vermelha intensa e vibrante. Medem de 5 a 10 cm – porém, há espécies gigantes que chegam a 3 m de comprimento.

  • Roedor das profundezas

Na fossa das Marianas, onde a pressão é 1100 vezes maior do que no nível do mar, sobrevivem bactérias, minicrustáceos e peixes de uma única família: os rattails, que possuem cauda semelhante à dos ratos.
  • Fervura fértil

As fissuras hidrotérmicas são chaminés enormes despejando água aquecida a 400 0C pela lava vulcânica, que alimenta bactérias como a Pyrolubus fumarii, o início de uma cadeia alimentar oceânica de mais de 500 espécies.

Derramamento de óleo - uma Catástrofe Ambiental

O derramamento de óleo é uma grande catástrofe ambiental que atinge os oceanos desde o início do século. Estes derramamentos acontecem por diversos motivos, tais como acidentes com navios petroleiros, rompimento de cascos, e mais recentemente com a explosão de uma plataforma de petróleo no Golfo do México.
Os impactos ambientais de um derramamento de óleo são enormes, a mancha de óleo se propaga pelo mar, matando milhares de peixes, aves e corais, além de contaminar a água.

Explosão da plataforma no Golfo do México (final de abril de 2010)

Vazamento de petróleo no Golfo do México
 Cinco mil barris (quase 800 mil litros) de petróleo jorraram diariamente no mar do Golfo do México depois da explosão de uma plataforma. O vazamento foi cinco vezes maior que o previsto e foi considerado catástrofe nacional pelo governo norte-americano.
Os esforços para conter o avanço da mancha, que incluem até uma barreira de lona, foram insuficientes. O governo americano reforçou a ajuda à região para tentar evitar um desastre ambiental ainda maior.
Os estados do Alabama, Louisiania e Flórida declararam estado de emergência, alegando que a catástrofe é uma série ameaça ao ambiente e à economia.
Vários estados americanos estão em alerta por causa do vazamento de petróleo. Há temor de que praias e refúgios de vida selvagem sejam danificados em quatro estados. Lontras, pelicanos e outros pássaros estão no caminho da mancha de petróleo, e o serviço de preteção ambiental do país tenta proteger as espécies ameaçadas.

Derramamaento de óleo - Catástrofe ambiental nos mares

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O que é sequestro de carbono?

É a absorção de grandes quantidades de gás carbônico (CO2) presentes na atmosfera. A forma mais comum de seqüestro de carbono é naturalmente realizada pelas florestas. Na fase de crescimento, as árvores demandam uma quantidade muito grande de carbono para se desenvolver e acabam tirando esse elemento do ar. Esse processo natural ajuda a diminuir consideravelmente a quantidade de CO2 na atmosfera: cada hectare de floresta em desenvolvimento é capaz de absorver nada menos do que 150 a 200 toneladas de carbono.



O gás carbônico é separado no processo de exaustão das indústrias por meio de um sistema de filtros. Esse gás é comprimido e transportado até um local geológico. Ali, o gás é injetado em 3 tipos de reservatório: campos de petróleo maduros (já explorados ou em fase final de exploração), aqüíferos salinos (lençóis de água subterrânea com água salobra não aproveitável) ou camadas de carvão.

1. Nas árvores
Em fase de crescimento, as árvores são verdadeiros aspiradores de CO 2 da atmosfera. O tronco de uma árvore é 80% composto de carbono, portanto não é de admirar que elas suguem, por hectare, 150 a 200 toneladas de CO 2 do ar. Uma árvore, sozinha, é capaz de absorver 180 quilos de CO 2.

2. Camadas de carvão
Assim como nos campos de petróleo, a injeção de carbono em reservas de carvão também pode ser lucrativa: o carvão retém o CO 2 e libera no processo o gás natural, que pode ser explorado e comercializado. Nos depósitos localizados em profundidades muito grandes, o gás carbônico pode ser armazenado.

3. Campos de petróleo
Os poços maduros, onde não há mais produção de petróleo e gás, podem se transformar em grandes depósitos de CO 2. Seria dar apenas mais um passo, uma vez que as petrolíferas já injetam o gás carbônico em campos maduros de petróleo para, por intermédio dessa pressão, aumentar o potencial de extração neles.

4. Aqüíferos salinos
Nestes enormes mantos de água no subsolo, a água é tão salobra que não serve para o consumo. Dessa forma, eles seriam uma ótima alternativa para estocar carbono. Trata-se das formações com mais capacidade de armazenar CO 2: os especialistas estimam que os aqüíferos possam reter até 10 mil gigatoneladas do gás.

http://super.abril.com.br/superarquivo/2007/conteudo_556026.shtm

O mundo está esquentando porque o CO2 aumentou o o CO2 aumenta como consequência do aumento da temperatura?
Mesmo se não responsáveis pelo aquecimento global, vamos continuar nos preocupando com perdas de carbono para a atmosfera?

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O lixo da inovação tecnológica

lixo eletrônico

Junto com a praticidade, conforto e dinamismo que acompanham os computadores, celulares, GPS e televisores, surgiu o lixo gerado a partir destes equipamentos. Com uma vida útil de cerca de cinco anos, é inadmissível o acúmulo destes materiais na natureza.

O fato é que a dúvida sobre o que fazer com o aparelho eletrônico que já não desperta mais interesse de seu proprietário paira sobre a sociedade. Por outro lado, sem informações dos perigos dos componentes químicos existentes nestes equipamentos e a maneira correta de descartá-los, muitos aparelhos eletroeletrônicos já foram — e continuam sendo — despejados nos aterros sanitários comuns, ameaçando o solo, que já não se encontra em boas condições nestes lugares.

Faz-se necessário que governantes e fabricantes intercedam o quanto antes para que a situação não se transforme em um problema insolúvel. Por ano são gerados 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico, conforme informação divulgada pelo Greenpeace. A quantidade representa 5% de todo o lixo produzido pela humanidade.

Entretanto, a estimativa é que esse número aumente exponencialmente nos próximos anos. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2008, foram vendidos mais de sete milhões de computadores no Brasil. Para este ano, a expectativa é que atinja 8,5 milhões.

Estimulados pelo surgimento constante de aparelhos com funções cada vez mais sofisticadas e abrangentes, consumidores trocam celulares e computadores com muita frequencia. Verifica-se que as inovações tecnológicas — positivas, por outro lado, vale citar — são também as grandes causadoras deste consumismo eletrônico desenfreado e a consequente — e por que não dizer excessiva — produção de material que se tornará lixo no futuro breve.

Recentemente, o governo de São Paulo sancionou a Lei 13.576/09, que institui como obrigação dos fabricantes, importadores e comerciantes as responsabilidades sobre a reciclagem, gerenciamento e destinação final dos detritos eletrônicos. A medida, que tem como objetivo atenuar os prejuízos ambientais para a sociedade, é muito importante, mas é ainda um passo pequeno perto do que precisa ser feito. Inicialmente, para resultados significantes, a iniciativa deveria ser estendida para todo o País o quanto antes. Precisamos ser consequentes e evitar uma calamidade pública irreparável.

As chamadas nações de primeiro mundo têm se aproveitado da impotência de países mais pobres para enviar e descartar seus lixos – o caso recente no Rio Grande do Sul não foi único. Esse tipo de atitude é inaceitável em um momento em que todos devem praticar medidas para amenizar os impactos ambientais.

Diante deste cenário, torna-se imprescindível que os governos, empresas e população tomem iniciativas mais drásticas — inclusive de comportamento - e criem alternativas para diminuir a ação destes detritos eletrônicos nas nossas vidas e das próximas gerações.

http://www.revistaecotour.com.br/novo/home/default.asp?tipo=noticia&id=2876

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Aquecimento global

Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.


A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.

Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.

O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.

Conseqüências do aquecimento global



Poluição atmosférica: principal causa do aquecimento global


  • Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
  • Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;


  • Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;

  • Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.


Protocolo de Kyoto

Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.

Conferência de Bali

 Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali (Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre as mudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.
  Conferência de Copenhague (COP-15)

 A 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima foi realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009, na cidade de Copenhague (Dinamarca). A Conferência Climática reuniu os líderes de centenas de países do mundo, com o objetivo de tomarem medidas para evitar as mudanças climáticas e o aquecimento global. A conferência terminou com um sentimento geral de fracasso, pois poucas medidas práticas foram tomadas. Isto ocorreu, pois houve conflitos de interesses entre os países ricos, principalmente Estados Unidos e União Européia, e os que estão em processo de desenvolvimento (principalmente Brasil, Índia, China e África do Sul).

De última hora, um documento, sem valor jurídico, foi elaborado visando à redução de gases do efeito estufa em até 80% até o ano de 2050. Houve também a intenção de liberação de até 100 bilhões de dólares para serem investidos em meio ambiente, até o ano de 2020. Os países também deverão fazer medições de gases do efeito estufa a cada dois anos, emitindo relatórios para a comunidade internacional.

http://www.suapesquisa.com/geografia/aquecimento_global.htm

Até quando podemos ser responsabilizados pelas catástrofes que estão acontecendo?

domingo, 21 de novembro de 2010

Engenharia Ambiental

A Engenharia Ambiental é um curso novo mas que, devido a desestruturação que vem ocorrendo no meio ambiente, tende a ser uma profissão bastante cotada e principalmente no Brasil, que é um dos países que vem sendo mais afetado devido ao aquecimento global, e por ser um pais com intenso fluxo industrial.O engenheiro ambiental tem como função ajudar em projetos para diminuição do aquecimento global, evitando o envio dos gases ricos em CO2 para a camada de ozônio.Não só essas mas a reestruturação de rios e afluentes, controlar e amenizar a poluição da água, entre inúmeras outras funções, que colocam a engenharia ambiental como a "profissão do futuro".

A Engenharia ambiental é um ramo da engenharia que estuda os problemas ambientais de forma integrada nas suas dimensões ecológica, social, económica e tecnológica, com vista a promover o desenvolvimento sustentável.